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China dá passos impressionantes em inovação, diz economista do FEM
2017/10/12
 

A economia da China deu passos largos impressionantes em inovação nas últimas década e está superando-se a si mesma, disse à Xinhua o economista do Fórum Econômico Mundial (FEM), Thierry Geiger, em uma entrevista. 

Como o chefe de analítica, pesquisa quantitativa, competitividade mundial e riscos do FEM, Geiger falou sobre a posição da China no último Relatório de Competitividade Mundial publicado pelo FEM na semana passada. 

A China estava no 27º lugar no último índice de competitividade mundial, sendo o mais alto entre os países do BRICS. 

Entre os 12 pilares de competitividades calculados, a China fez firme progresso proeminentemente em termos de preparação tecnológica, eficiência de mercado e nível de educação e treinamento. 

"Os progressos observados nestas áreas sugerem que o governo realmente foca seus esforços nas prioridades certas, mas há ainda muito a fazer", disse Geiger. 

Geiger observou que desde as décadas dos 1980 o país asiático investiu maciçamente em educação básica e infraestrutura, o que contribuiu para sua rápida industrialização. Mas ele disse que os ganhos de tal investimento está diminuindo. 

"Novas fontes de produtividade e de crescimento são atualmente ser encontradas nas áreas mais sofisticadas: ensino superior, adoção tecnológica, reforma de mercado, entre outros", disse. 

No índice de competitividade deste ano, a China tem melhores resultados em tamanho de mercado, ambiente macroeconômico e inovação. A China ocupa o primeiro lugar no tamanho de mercado, levando em consideração o tamanho do mercado doméstico e das exportações. 

"O tamanho é importante por causa das economias de escala em produção", disse Geiger. "No lado das demandas, o grande tamanho da base dos crescentes números de consumidores afluentes é obviamente atraente para os investidores." 

Geiger também prevê que o ambiente macroeconômico permanece favorável na China, com uma inflação baixa, uma alta taxa de poupança e um nível de dívidas ainda baixo. 

Em termos da posição da China relativo à inovação, Geiger disse que "isto é muito encorajador e totalmente em conformidade com as aspirações da China de 'atualizar sua economia sob uma nova normalidade'". 

Porém, ele assinalou que para distribuir a inovação e gerar benefícios a nível social, "trazer a tecnologia para as massas é essencial". ( Fonte: Agênica de Notícias de Xinhua)

 

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