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Contra fatos não há argumentos
2020/06/12

 

 

      A luta contra a epidemia da COVID-19 é uma guerra entre todos os seres humanos e o vírus. Com as medidas mais estritas, abrangentes e completas, 1,4 bilhões de chineses lutam e se sacrificam perante às realizações estratégicas da batalha contra a pandemia. Nesta batalha, a China recebeu o apoio valioso de países amigos, incluindo o Brasil, e tem continuado a ajudar esses países também, ao compartilhar nossa experiência e fornecer assistências altruístas. No entanto, a China tem que lutar não apenas contra esse desastre natural sem precedente, mas também lidar com os ataques politizados e estigmatizados feitos por algumas pessoas com más intenções. Contra fatos não há argumentos: em 7 de junho, o Departamento de Comunicação do Conselho de Estado da China divulgou o livro "Combate à COVID-19: China em Ação", no qual são relatados os processos do país na luta contra o vírus, para responder aos rumores com os fatos firmes.

      A união faz a força. O livro branco mostra a cronologia da disseminação do vírus na China e como o país agiu para contê-lo. Perante a pandemia mais devastadora do último século, a China mobilizou 346 equipes médicas nacionais, 42.600 médicos e mais de 900 especialistas da saúde pública para ajudar a província de Hubei. O Hospital Huoshenshan de 1000 camas, hospital Leishenshan de 1600 camas e mais 16 hospitais de campo foram respectivamente construídos em 10 e 12 dias com a dedicação de 40.000 construtores. Mais de 8,81 milhões de cidadãos foram voluntários na batalha com tempo de serviço registrado de 290 milhões horas. Tudo isso demonstra que a união dos 1,4 bilhões de chineses sob liderança do governo nacional resulta na vitória contra o COVID-19.

      “Amigos certos, em horas incertas”. De uma perspectiva abrangente e detalhada, o livro branco mostra a responsabilidade da China para com os povos do mundo em superar as dificuldades. Uma pandemia não tem fronteiras e um vírus não distingue raças. A China sempre defende o conceito de comunidade comum do destino humano e apoia os países no combate à pandemia. Até o dia 31 de Maio, a China doou materiais médicos a mais de 150 países e 4 organizações internacionais, enviou grupos de especialistas de saúde a 27 países e realizou mais de 180 videoconferências com mais de 170 países e organizações internacionais. A China também aproveitou seu sistema de indústria, ajudando vários países nas compras comerciais e exportou materiais médicos a mais de 200 países e regiões. Também doou 50 milhões de dólares à OMS e anunciou a suspensão do pagamento da dívida dos 77 países e regiões em desenvolvimento. Podemos ver que, diante do desastre global, a China está mostrando a moralidade tradicional de generosidade e o sentimento de manutenção da saúde e vida da população mundial.

      “Contra fatos não há argumentos”. O livro branco, com uma atitude franca e objetiva, demonstra que a China está divulgando os dados e informações da pandemia de forma transparente. Em um período muito curto, a China identificou o sequenciamento genético do Covid 19 e através de um sistema rigoroso e profissional, divulgou os dados para a Organização Mundial da Saúde e para os países e regiões relevantes para a situação. Revisou o número de casos confirmados e mortos, baseando na investigação aprofundada de big data e na epidemiologia. Podemos constatar que a China sempre manteve uma atitude de não ocultar e nem adiar informações. Diante de acusações injustificadas de certos países da comunidade internacional, especialmente a chamada "presunção de culpa da fonte", rotulagem de vírus, politização da epidemia e estigmatização, a China publicou o livro branco e os dados e fatos falam mais alto do que palavras.

      “Após a tempestade vem a bonança”. Conforme a conclusão do livro branco, a guerra global de pandemia se tornou em uma guerra de segurança da saúde pública global, uma guerra de bem-estar do ser humano, uma guerra de prosperidade e desenvolvimento do mundo, e uma guerra de consciência moral internacional. Não há outra maneira senão vencer. A comunidade internacional deve reforçar a confiança, unir-se e cooperar. A união faz a força e a vitória pertencerá a toda a humanidade!

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